quarta-feira, 22 de julho de 2026
O SÍMBOLO DA MALDADE HUMANA
PERMUTA IRREFUTÁVEL
Eruptiva saída; uma descolorida mortalha.
Visita resumida de uma estadia indecente... Gente!
Odisseia sem Ulisses, sem retorno, sem bagagem.
Só desgosto, ilusão, quimeras mil... Viu?
Um iminente jazigo; troféu merecido, amigo!
Inefável sentimento do dever não cumprido, sem perigo.
Sensação descontagiante, parvo caminho logo adiante... Avante?
Indolente jornada, estrela apagada; pífia caminhada, na madrugada?
Noutrora exaltada, cada vez mais esperada... Qual nada!
Submissão forçada, utópica, evasiva; uma estagnação formidável!
Injustificado o tardio e esplêndido fulgor... E o amor?
Expectativa inegável, de uma permuta irrefutável.
Minha brisa suave... Vem!
Autor : David Stormy
A ORIGEM DA EXPRESSÃO "UAI"
A Origem da Expressão “Uai”
O PODER DAS PALAVRAS E DA CIÊNCIA
Vejam amigos: tem seguidores achando que os textos que eu coloco aqui, não são meus! Ledo engano.Todos são de minha autoria mesmo; viu Maria? No caso aqui, só a explicação do Aurélio Buarque, não me pertence.(Isso não lhe pertence mais, kkkk). Sim, às vezes damos uma ou outra "derrapada" nas regras de português.Mas quem não erra? (R: aqueles que estão no cemitério, kkkk). Então vamos lá! (Lá aonde?, kkk)
AÇOITE
Já passa de meia-noite
E não consigo dormir
Será que eu já fui?
Ou ainda tem açoite?
Bendita noite em que te conheci
Tudo era tão maravilhoso!
Mas o tempo passou
E nas nuvens negras te perdi
Será que tudo foi um sonho?
Ou epilepsia?
Sinto gelada a minha espinha dorsal
Tudo agora é tão medonho!
Olho para o céu azul carmim
Vejo nele tua face angelical
Sorrindo para mim
Preciso aprender a voar
Perdido ainda estou
Tenho que lhe reencontrar
Autor : David Stormy
COMO UMA ÁGUIA AMERICANA!
Bom, eu até que tentei, mas não sei não, cara. Veja: eu tenho olhos para “olhar”, cabeça para pensar e... não muito tempo para sonhar.
Por falar em sonho... na noite passada sonhei que estava voando — literalmente.
Sempre acontece isso. Eu voava ao redor de uma montanha e, quando cheguei lá em cima, no topo, olhei para baixo... e não vi o solo. Só uma névoa escura.
Meu Deus!
No topo da montanha, havia um muro enorme!
Mas perceba que coisa engraçada: eu voei até lá em cima, mas depois não conseguia pular o muro. Fiquei encurralado.
Nossa... que sensação estranha.
Alcancei o topo, mas não conseguia mais voar!
Céus!
Permita-me... o que fazer agora?
Na minha frente, um muro muito alto. Atrás de mim, um abismo incomensurável. Desmedido.
Meu pai, chame a mamãe, estou de partida!
Quero de novo as minhas asas. Eu as mereço.
Não, não, não... aqui eu não posso ficar!
Então, em desespero, comecei a dar uns pulos — com muito esforço.
Eu sentia uma enorme dificuldade para me elevar. Cada pulo dava a impressão de pesar uns 200 quilos sobre o meu corpo.
Sansão, o leão está vindo. O que faço agora?!
Por um momento, percebi que não tinha mais jeito. Saltar no vazio era a única solução.
Ernesto...
Depois de muitas lágrimas, com um nó na garganta, pensei:
“Ah! Não vou viver para sempre mesmo... O jeito é pular daqui de cima, e me esborrachar lá embaixo. Talvez assim eu conheça o outro lado do mundo. Outra dimensão.
Mas será que existe mesmo o outro lado?”
Pra saber... só pulando.
Então respirei bem fundo. Enchi os pulmões de ar.
Me senti um deus (um deus do nada, um deus do vazio)...
E saltei.
Saltei como quem salta numa piscina, ou no mar.
E então... por incrível que pareça: eu não caía. Eu voava.
Voava como uma águia americana.
Nossa! Como era gostoso!
Logo em seguida, a névoa feia desapareceu. E eu vi a terra... linda, verdinha, com seus lagos límpidos, montanhas azuis, homens trabalhando na lavoura.
As mulheres caminhavam com cestos cheios de roupa.
As crianças corriam, brincando umas com as outras.
Tudo era lindo. Divino. Maravilhoso (como diria Caetano).
Então, de repente, ouvi um som — bem longe:
Triiim... Triiim...
Acordei. Era o alarme do meu celular.
Me avisando que eu tinha que cumprir mais um dia de trabalho.
Levantar. Ir até o banheiro. Fazer xixi. Lavar o rosto. Olhar a minha cara amassada no espelho.
Tomar o café da manhã. Vestir uma roupa decente (a armadura sem elmo, todo dia). Escovar os dentes. E ir...
...em direção ao inferno (não o de Dante).
Que chato! Que saco! Não aguento mais!
Eu não quero mais isso.
Eu só quero é... voaaaaaaar!
Autor : David Stormy Ver menos
segunda-feira, 20 de julho de 2026
VANUSA & OZZY OSBOURNE - PLÁGIO?
Ozzy Osbourne copiou Vanusa? Há dez anos, site suspeitou que Black Sabbath tinha se inspirado na brasileira; entenda:Banda inglesa e cantora lançaram, em 1973, canções com semelhanças.
Texto By : O Globo - Rio de Janeiro
A música “What to do”, de Vanusa, foi criada em 1973. Outro lançamento daquele ano, quatro meses depois, foi o clássico “Sabbath bloody Sabbath”, da banda Black Sabbath, de Ozzy Osbourne, que morreu aos 76 anos nesta terça-feira (22). A semelhança entre as duas canções não para no ano de lançamento. Em 2016, a internet debateu a semelhança entre a introdução das duas músicas.
Tudo começou com uma publicação do site The Brazilian Report, apontando a semelhança e questionando se o Sabbath teria se inspirado na cantora brasileira. Na época, Vanusa afirmou que se tratava de uma coincidência. Primeiro, a semelhança é apenas na introdução da música. Depois, em 1973, como uma música de uma desconhecida cantora brasileira chegaria a quatro roqueiros ingleses — sendo que a “What to do” não tinha sido sucesso nem no Brasil?
Inspiração ou não, sabe-se lá. A semelhança, no entanto, é identificável. Compare as músicas:
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"Você gosta de navegar na internet ouvindo músicas? Então é só clicar na setinha preta, do lado esquerdo do player, e aguardar o carre...
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*** A Star Web Radio com Auto DJ funcionando 24 horas, tem uma programação musical de estilos musicais diversos. Caso queira manter cont...
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PROGRAMA BATIDA DA ALMA P1-18022025P 01-STEVIE WONDER - SUPERSTITION 02-AL GREEN - HOW CAN YOU MEND YOU BROKEN HEART 03-TEDDY SWIMS - BAD ...



