Você treina perna por estética. Mas o que acontece no seu cérebro quando você treina perna é muito mais importante do que isso.
Um estudo publicado na revista científica
Gerontology (PMID: 26551663) revelou algo que mudou a forma como a neurociência enxerga o treino de força: a força muscular das pernas está diretamente correlacionada com o volume cerebral e com a qualidade das conexões neurais ao longo do envelhecimento.
Não é correlação fraca. Os dados são consistentes e replicados.
O mecanismo por trás disso envolve múltiplos caminhos:
O treino de pernas gera o maior pico de hormônio do crescimento e IGF-1 de todos os grupos musculares, e ambos têm papel neuroprotetor documentado
As contrações musculares das pernas liberam irisina, uma mioquina que atravessa a barreira hematoencefálica e estimula a produção de BDNF
O BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro) é responsável pela formação de novas sinapses e pela sobrevivência de neurônios existentes
Quanto maior a massa muscular das pernas, maior e mais duradoura essa cascata neuroprotetora
Idosos com maior força nos membros inferiores apresentam menor incidência de demência, depressão e declínio cognitivo
Pular dia de perna não é só questão de estética ou resultado físico. É questão de saúde cerebral a longo prazo.
O músculo que você constrói hoje é o escudo do seu cérebro amanhã.
No @aqui_voce_tambem_pode a gente treina o corpo inteiro, incluindo o órgão que comanda tudo.
Salve esse post para mostrar da próxima vez que alguém quiser pular o treino de perna.
Manda para quem você quer ver saudável por muito tempo.
Alt Text sugerido: “Figura anatômica muscular masculina de costas com destaque para musculatura das pernas, ao lado de cérebro humano em cápsula transparente iluminada, representando a correlação científica entre força dos membros inferiores e volume cerebral, baseado em estudo da revista Gerontology PMID 26551663.“

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