terça-feira, 28 de julho de 2026

MENTIRA!

 


Você sempre vem com mentiras.
Fala como se nada tivesse acontecido.
Quem foi que lhe disse
Que eu acredito em tudo o que você diz?
Mentiras — é só o que você sabe dizer.
Mentiras — você vive deslizando nelas.
Mentiras — é só o que você sabe dizer.
Mentiras — é no que você mais acredita, maldita!
Tudo o que eu sempre fiz na vida
Foi por uma boa causa,
Mas você nunca entendeu —
Vive só me acusando e mentindo!
Quantas vezes eu já lhe disse
Que nunca menti pra você?
Todas as suas acusações
São porque você não quer entender.
Mentiras — é só o que você sabe dizer.
Mentiras — você vive deslizando nelas.
Mentiras — é só o que você sabe dizer.
Mentiras — é no que você mais acredita, maldita!
Autor : David Stormy

WAREZ, O QUE É?


Como estamos iniciando neste negócio de informática, alguns termos ainda são uma incógnita para nós, pobres "beginners". Mas alertamos que estamos nos esforçando para aprender: queremos atingir o nirvana o mais rápido possível e tirar o atraso — isto se os nossos "tiozinhos", os hackers criminosos, deixarem. Ora, pois: vão-se as vacas, ficam os bois.

Então pensamos o seguinte: se estamos nos informando, por que não passamos para as outras pessoas o que aprendemos? Sim, porque percebemos que os "craques" da informática são pessoas técnicas demais: eles não gostam de perder muito tempo ensinando quem quer que seja. Para eles, se você não domina certas coisas — se você não sabe jogar xadrez, por exemplo — você é um zero à esquerda, vale menos que uma barata; para eles, você pertence a outro mundo, o mundo dos excluídos. Portanto, vá à luta e ganhe a batalha, nego.
É o mundo do "salve-se quem puder", com exceção dos fóruns, que são ótimas fontes de informação — entidades, em geral, sem fins lucrativos, e isso é o que nos salva, que limpa a nossa barra; pobres neófitos.
Eu não gosto de pessoa que possui informação, conhecimento, e não os repassa; isso é ruim para mim, para você e para o mundo todo. O cara vai morrer e levar todo o conhecimento dele para o túmulo — pura mesquinhez! Quando ele sabe que você não sabe de alguma coisa, lhe pergunta: "você não sabia? ah! ah! ah!". Mas se você sabe que ele pensa que você não sabe o que ele sabe, a coisa muda de figura. Então você é o sabido e ele é o esperto que não sabe. Ufa! É aquela coisa do: malandro que é malandro, é honesto só por malandragem!
Agora tem uma coisa, brother: se você não gosta de estudar, não gosta de ler, e só "chupa" conhecimento de quem ralou pra cacete para aprender, aí também não dá — você está numa tremenda barca furada. Há que haver uma troca de conhecimentos: você me dá um aperto de mão, eu lhe dou um abraço, certo?
Portanto, somos críticos, sim, mas isso não é regra geral; há muita gente boa na teia, e muita cobra querendo comer aranha! Só que comer aranha e não mastigá-la bem pode causar uma tremenda indigestão, boy.
O feitiço pode virar contra o feiticeiro, como já dizia Carlos Castañeda, chefe da minha tribo, o grande irmão das lagartixas. God Save The Healer!
Mas vamos ao que interessa: WAREZ... what is this?
Warez (não é irmão ou primo do Juarez) é a expressão que descreve o software distribuído ilegalmente (ou seja, software pirata). Warez é um termo para o comércio ilegal de produtos protegidos por direitos autorais, como software, filmes, músicas e jogos, através de plataformas como a internet. A atividade é popularmente conhecida como pirataria e geralmente é realizada por grupos organizados que competem para "crackear" (quebrar) as proteções digitais e distribuir o conteúdo ilegalmente.

VOCÊ TREINA SUAS PERNAS?

 

 Você treina perna por estética. Mas o que acontece no seu cérebro quando você treina perna é muito mais importante do que isso.

Um estudo publicado na revista científica
Gerontology (PMID: 26551663) revelou algo que mudou a forma como a neurociência enxerga o treino de força: a força muscular das pernas está diretamente correlacionada com o volume cerebral e com a qualidade das conexões neurais ao longo do envelhecimento.
Não é correlação fraca. Os dados são consistentes e replicados.
O mecanismo por trás disso envolve múltiplos caminhos:
🦵
O treino de pernas gera o maior pico de hormônio do crescimento e IGF-1 de todos os grupos musculares, e ambos têm papel neuroprotetor documentado
🧬
As contrações musculares das pernas liberam irisina, uma mioquina que atravessa a barreira hematoencefálica e estimula a produção de BDNF
🔗
O BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro) é responsável pela formação de novas sinapses e pela sobrevivência de neurônios existentes
⚡
Quanto maior a massa muscular das pernas, maior e mais duradoura essa cascata neuroprotetora
🏆
Idosos com maior força nos membros inferiores apresentam menor incidência de demência, depressão e declínio cognitivo
Pular dia de perna não é só questão de estética ou resultado físico. É questão de saúde cerebral a longo prazo.
O músculo que você constrói hoje é o escudo do seu cérebro amanhã.
No @aqui_voce_tambem_pode a gente treina o corpo inteiro, incluindo o órgão que comanda tudo.
Salve esse post para mostrar da próxima vez que alguém quiser pular o treino de perna.
Manda para quem você quer ver saudável por muito tempo.
🔍
Alt Text sugerido: “Figura anatômica muscular masculina de costas com destaque para musculatura das pernas, ao lado de cérebro humano em cápsula transparente iluminada, representando a correlação científica entre força dos membros inferiores e volume cerebral, baseado em estudo da revista Gerontology PMID 26551663.“

A MÚSICA E O RISCO DE DEMÊNCIA


Uma pesquisa conduzida por cientistas da Monash University, com mais de 10.800 participantes idosos, investigou a relação entre atividades musicais e risco de demência.

Os dados indicaram que pessoas com mais de 70 anos que ouviam música de forma regular apresentaram cerca de 39% menos risco relativo de desenvolver demência ao longo do acompanhamento. Entre aqueles que tocavam um instrumento, a redução observada foi de aproximadamente 35%.
É importante destacar que o estudo é observacional, ou seja, identifica associação, não prova causalidade. Ainda assim, os resultados sugerem que tanto o envolvimento ativo (tocar) quanto o passivo (ouvir) podem estar ligados à preservação cognitiva.
Além da análise de risco, os pesquisadores observaram associação com melhor desempenho em memória episódica e função cognitiva global.
Em um contexto de envelhecimento populacional, estratégias acessíveis e de baixo custo que possam contribuir para a saúde cerebral ganham relevância. Incorporar música à rotina pode ser uma prática complementar interessante, especialmente para adultos mais velhos, embora não substitua acompanhamento médico nem outros pilares de prevenção.
📚
Fonte:
Jaffa, E., & Ryan, J. (2025). What is the association between music-related leisure activities and dementia risk? A cohort study. International Journal of Geriatric Psychiatry. DOI: 10.1002/gps.XXXX

O HOMEM DA COBRA



Na feira municipal de Nova-Cruz (RN), que acontecia às segundas-feiras, entre várias pessoas e situações hilárias, havia também o “homem da cobra”. O apelido não era porque ele falasse muito, como falava o homem da “cobra” ou da cobrança, de antigamente, mas, simplesmente, porque ele chegava à feira portando uma mala, que era o cativeiro de uma cobra. Essa cobra era o seu ganha-pão. Dela ele tirava o seu sustento e o da sua família. Tratava-se de uma Jiboia, de pouco mais de um metro de comprimento.

Ao chegar à feira, ele tirava a Jiboia da mala, exibia aos feirantes, falando alto, e chamando a atenção de todos para a sua coragem, diante daquela serpente perigosa. Enrolava a cobra no pescoço, segurando-a pelos dois extremos, a cabeça e o rabo. Depois, enrolava a cobra nas pernas, e dava um verdadeiro “show” circense.

Enquanto isso, o seu ajudante passava o chapéu e recebia alguns trocados da plateia, que se deliciava com o perigo que o homem da cobra corria. Não se sabe se a plateia torcia pela cobra ou pelo seu dono. A exibição da Jiboia era sempre um sucesso.

Para comover e provocar a caridade pública, o homem da cobra contava, em voz alta, o seu infortúnio. Dizia ter perdido a esposa, de parto, tendo em casa seis filhos menores para alimentar.

Essa narrativa emocionava os feirantes, que procuravam ajudá-lo com algum dinheiro.

A Jiboia era asquerosa e causava medo. O local onde o seu dono a exibia ficava distante do armazém do nosso pai, Francisco Bezerra.

Mesmo não sendo venenosa, a Jiboia é uma serpente perigosa, por matar por constrição, envolvendo e esmagando sua presa. Mata por asfixia ou sufocamento. Alimenta-se de pequenos roedores, como camundongos e ratazanas jovens. Quando maiores, a Jiboia pode ser alimentadas de coelhos, lebres, ratazanas adultas e aves (frangos). Facilmente, pode ser encontrada no Brasil e pode ser criada em cativeiro.

Os trocados recebidos da plateia garantiam ao homem da cobra a compra de mantimentos para sua família. No final da feira, o chapéu estava cheio de “trocados”, e ele saía com o seu ajudante em direção a um caminhão velho, onde o motorista os aguardava.

Num certo dia, durante a exibição, a cobra escapuliu das mãos do seu dono e fugiu. Deu-se, então, o pânico entre os curiosos, que assistiam àquele espetáculo. O homem da cobra, que parecia um artista de circo, ficou desesperado.

Como sempre, aparece um “salvador da pátria”. Um feirante apontou para o lado para onde a cobra tinha se encaminhado. O dono, seu ajudante e outros homens, mais que depressa, correram ao seu encalço. Finalmente, viram quando a cobra entrou no quintal da nossa residência. Por sorte, estávamos todos no armazém. Em casa estava, apenas, a nossa fiel escudeira, Carmelita, que se encontrava na cozinha preparando o jantar. A mulher teve uma crise histérica, chegando a dar um “chilique”, quando ouviu o alvoroço dos homens na calçada, querendo entrar no nosso quintal à procura da cobra.

Quando a notícia chegou ao armazém do nosso pai, a cobra já havia sido capturada pelo seu dono, que não teve mais condições de voltar à feira.

O espetáculo do homem da cobra, na feira de Nova-Cruz, terminou aí…

***Texto de Violante Pimentel

O JUMENTO E O COMPUTADOR

 

Sou sertão. Sertão que já pariu tanta poesia e verso e continua a inspirar quem conhece o sagrado terreno dessas terras. E daí saem cantigas e prosas a motivar os cabras e as cabrochas carentes de um abraço ou cafuné. É um tocador de fole numa esquina qualquer, um cego de feira ou um cantador versejando palavras, um poeta inspirado que bebe no bar a cachaça da alegria e tira gosto com pedaços de saudade, e assim mantém a claridade divina das coisas do interior, que não saem do nosso interior. Feliz de quem, como eu, teve a ventura de desabrochar no sertão e conhecer a luz do sol debaixo de um céu azul, que só se vê por lá. Anjos e Deuses haverão de cuidar sempre desse pedaço de chão. Chão em que vive o jumento amigo, injustiçado quando a ele se concede a falta de compreensão que lhe é culturalmente atribuída. Por isso, faço questão de destacar meu apreço pelo animal e a antipatia natural que tenho pelas ‘modernagens’ cibernéticas. Vai ver o problema é do USB – Usuário Super Burro. Viva o Sertão, o jumento e dane-se a máquina de fazer doido chamada computador, com seus imeios, zaps e facebooks.

TRANCA RUA!



ANEDOTAS & PIADAS #34